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Natal Desalentado Reflexo De Um País A Temer

Natal desalentado é o reflexo mais desolador de um país sem esperanças e a temer , corroído por uma corrupção sem fim e com precedentes que repetem a história desde a ápoca em que eramos apenas criancinhas.
Pesquisa promovida pelos CDL, através do SPC de todo o pais dão-nos conta que do universo negociante Brasil apenas 14% pretendem contratar funcionários novos, porque desacreditam no potencial de crescimento das vendas desse Natal e Fim de Ano.
Essa falta de disposição frusta a inversão da curva de crescente desemprego no país e contribui mais ainda para uma contração maior das vendas. O empresariado incorporou a crise ao seu negócio e planeja a crise ao invés de planejar a saída dela , ou o não contagio por ela ao seu negócio com essa acovardada atitude aprofunda o fundo da crise.
Vejamos os resultados e juntos vamos torcer para que se influenciem pelos ousados e sábios que percebem ser a crise o momento que desafia e exige mais competência e audácia e que sempre assegura o nascer de novos e fortalecidos negócios.
Segundo uma pesquisa realizada em todas as capitais e no interior pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) somente três em cada 10 (27,9%) comerciantes pretendem investir em seus estabelecimentos para o Natal – no ano passado o percentual era de 32,8%.
Os que garantem que não farão investimentos somam 65,4% dos varejistas consultados. A intenção de realizar novas contratações, incluindo mão de obra temporária, também é pequena: apenas 13,9% disseram que irão aumentar o quadro de funcionários no período. A maioria (84,8%) não contratou e nem pretende contratar mão de obra extra. Na média, os comerciantes entrevistados projetam uma queda de 1,8% no volume de vendas para o final deste ano na comparação com o mesmo período de 2015.
Quatro em cada 10 (37,3%) comerciantes acreditam que as vendas de final de ano serão iguais às de 2015, período em que o país já enfrentava os efeitos da crise econômica. Os que acreditam em vendas mais fracas representam 28,0% dos empresários consultados, ao passo que os otimistas somam 23,6% da amostra.
Dentre aqueles que acreditam em vendas piores neste fim de ano, a realidade econômica do país ajuda a explicar o pessimismo: 22,4% citam o desemprego como justificativa, enquanto 16,9% mencionam o orçamento mais apertado das famílias. Um em cada dez (11,7%) comerciantes demitiu algum funcionário nos últimos três meses, sendo que mais da metade (52,3%) desses varejistas tomaram a decisão dada a necessidade de reduzir a folha de pagamento da empresa, ainda que precisasse do funcionário.
47% dos que não investem acham que o Natal será fraco
A preparação dos empresários para o último trimestre do ano funciona sempre como um termômetro para antecipar possíveis resultados do período natalino. Neste ano, contudo, as expectativas têm sido modestas para grande parte do empresariado do ramo do comércio. A pesquisa revela que levando em consideração os comerciantes que não irão realizar investimentos no período (65,4%), as principais razões são a baixa perspectiva de aumento da demanda de clientes (46,9%) e desalento com o histórico de vendas ao longo de 2016 (13,1%).
Foram ouvidos 605 comerciantes das capitais e interior do país. A margem de erro é de 3,0 p.p. com um intervalo de confiança de 95%.

Fonte: Assessoria

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Redação Redação

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